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Há muito tempo, os brasileiros escutam falar sobre a Reforma Tributária. No entanto, sem se aprofundar muito no assunto, até porque o tema não é tão simples e a cada hora surge uma informação nova, você, talvez, ainda não tenha formado uma opinião em relação à pauta. 

Vamos, por meio deste post, tentar explicar os principais pontos do texto, que, segundo o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), deve ser aprovado no próximo mês de março. 

De acordo com informações da Agência Câmara de Notícias. Ribeiro disse que a reforma “deve passar com apenas alguns ajustes no texto”. Só em 2020, foram realizadas 11 audiências públicas entre deputados e senadores, inclusive durante a pandemia, para debater a pauta.  

Dito isso, agora, a partir da nossa explicação, o contribuinte terá mais elementos para formular o seu próprio pensamento sobre o assunto. 

Pontos principais

A Câmara dos Deputados expõe os principais pontos da Reforma Tributária. A Prime Contabilidade os reproduz: 

-Proposta simplifica o sistema tributário, substituindo cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS), ou seja, tributos municipais, estaduais e federais sobre consumo, pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS);

-Transição vai demorar dez anos, sem redução da carga tributária;

-Proposta também cria o Imposto Seletivo Federal, que incidirá sobre bens e serviços cujo consumo se deseja desestimular, como cigarros e bebidas alcoólicas. 

 Transição

A transição supracitada ocorrerá em duas etapas. A primeira será um teste, que vai durar por dois anos, com a redução da alíquota da Cofins (sem impacto para estados e municípios) e a implementação do IBS com a alíquota de 1%. 

Depois, a cada ano, as alíquotas serão reduzidas em 1/8, anualmente, até a extinção total dos cinco tributos que serão substituídos pelo IBS. A alíquota do IBS, então, será aumentada para repor o valor que deixará de ser arrecadado até o fim da transição. Desta forma, o Brasil, teoricamente, conseguiria finalmente descomplicar a sua tributação, algo bastante desejado pelos contribuintes do país. 

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Washington, 28 Jan 2021 (AFP) - Centro da crise financeira de 2008 com os créditos de alto risco, o setor imobiliário goza de boa saúde nos Estados Unidos, alimentado por baixas taxas de juros e pela demanda de propriedades daqueles que se mudam em função do trabalho remoto e em um momento complicado pela pandemia.

Novos ou velhos, casas e apartamentos foram vendidos como pão quente em 2020, quando as vendas de imóveis usados atingiram um pico desde 2006, pouco antes do estouro da bolha imobiliária que levou à crise financeira de 2008 e à Grande Recessão de 2009.

No total, 5,64 milhões de residências foram revendidas em 2020, "um aumento de 5,6% em relação a 2019", disse a Federação Nacional de Corretores de Imóveis (NAR).

As taxas de juros sobre empréstimos hipotecários estão em um mínimo histórico, perto de zero, desde o início da crise do coronavírus e não vão subir tão cedo.

Muitos trabalhadores não retornaram para seus escritórios nos Estados Unidos e provavelmente continuarão a trabalhar de casa pelo menos parte da semana, quando a pandemia estiver sob controle.

Assim, sem a necessidade de residir em apartamentos muito pequenos para estarem perto de seus empregos no centro da cidade, muitas famílias decidiram comprar casas mais afastadas, com áreas externas, como residência principal, ou secundária.

Já os preços dos veículos usados subiram 10% em 2020, a maior alta em 40 anos, impulsionados por essa mudança para a periferia.

O boom imobiliário não deve parar em 2021, "com novos compradores esperados no mercado", destaca Lawrence Yun, economista-chefe da NAR.

Com o avanço da vacinação e a perspectiva de ajuda financeira estatal adicional, a situação pode melhorar nos próximos meses para muitos americanos.

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O Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) aprovou a isenção do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) de medicamentos e insumos hospitalares. O objetivo é auxiliar no combate à crise causada pela covid-19, facilitando a aquisição dos produtos.

São beneficiados pela isenção de imposto o oxigênio medicinal, kits de teste para a covid-19; kits de intubação e cateteres; respiradores automáticos; álcool 70%; agulhas e seringas; água oxigenada, curativos, gaze e desinfetantes; artigos de laboratório e farmácia; outros gases medicinais; além de máscaras, luvas, equipamento de proteção para profissionais de saúde, entre outros.

A isenção vale para o Distrito Federal e 15 estados: Amapá, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina.

Além disso, 6 estados foram autorizados a isentarem o ICMS de oxigênio hospitalar. Foram eles Amapá, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.

E também saiu uma medida que autoriza os estados do Maranhão, Pará e Pernambuco a concederem isenção do ICMS incidente nas saídas interestaduais de oxigênio medicinal, destinadas ao estado do Amazonas, produto indispensável no combate à covid-19.

 

FONTE: UOL ECONOMIA

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