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Surpresas vieram dos grupos alimentação e serviços; resultado cria ambiente para Copom fixar a taxa Selic em 4,5% no final deste ano

O comportamento dos preços em setembro, há pouco divulgado pelo IBGE, surpreendeu: houve deflação de 0,04%. O IPCA é o menor para o mês desde 1998. As projeções de consultorias e do mercado financeiro apontavam para alta em torno de 0,20%. Com isso, ficou reforçado o quadro de inflação declinante, que poderá terminar o ano em 3,5%.

A principal consequência desse resultado é criar as condições para a continuidade da queda da taxa Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, em ritmo mais forte do que se esperava. Nas últimas previsões da pesquisa Focus, divulgadas pelo BC, estimava-se que a Selic poderia encerrar 2019 em 4,75% ao ano (atualmente, em 5,5%). Assim, o Copom pode realizar dois cortes de 0,5 ponto percentual, no final deste mês e em dezembro. A Selic terminaria o ano em 4,5%, o menor nível da história.

A surpresa do IPCA de setembro veio de dois de seus principais grupos: alimentos e serviços. No caso dos alimentos (25% do índice), o IPCA refletiu o comportamento mundial das commodities, que decorre de uma demanda mais fraca e do fortalecimento do dólar americano. Mesmo que tenha havido uma desvalorização do real frente ao dólar, os preços em moeda nacional caíram. Além disso, verduras e hortaliças, que não se influenciam por movimentos de oferta e demanda do resto do mundo, continuam caindo desde julho, devolvendo a alta que haviam experimentado no início deste ano.

Já o grupo dos serviços (36% do índice), que havia sido o vilão da inflação há poucos anos, continua desacelerando. Esse efeito decorre essencialmente da fraqueza da demanda interna e do mercado de trabalho, mesmo que os gastos com saúde e cuidados pessoais tenham aumentado.

 Se a estimativa do IPCA for confirmada, os 3,5% para 2019 ficarão bem abaixo da meta oficial para inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, de 4,25% para este ano. Para o próximo ano, a meta é de 4%, o que, salvo algum choque externo ou interno, será também cumprida com folga. Isso se reforça com a nova Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), recentemente divulgada pelo IBGE, que pode contribuir para uma redução de até 0,2 ponto percentual no IPCA de 2020.

Se assim for, tudo indica que a taxa Selic deve permanecer em 4,5% durante todo o ano de 2020. A política monetária terá efeito estimulante na economia, reforçando as chances de um crescimento nas proximidades de 2% no próximo ano.

FONTE: VEJA

 

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Trata-se da terceira alta mensal seguida e do melhor resultado para julho desde 2013.

As vendas do comércio varejista ganharam ritmo em julho e cresceram 1%, na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já na comparação com julho do ano passado, a alta foi de 4,3%.

Trata-se da terceira alta seguida, melhor resultado desde novembro do ano passado (3,2%) e do melhor julho desde 2013, quando o avanço frente ao mês imediatamente anterior foi de 2,7%.

No acumulado em 2019, a alta chega a 1,2%. Em 12 meses, o avanço nas vendas do varejo é de 1,6%, o que representa um ganho de ritmo ante junho (1,2%) e frente aos meses anteriores.

O IBGE revisou para cima os dois resultados anteriores. Em junho, ao invés de 0,1%, a alta foi de 0,5%, e em maio, foi de 0,1%, ao contrário da estabilidade (0,0%) divulgada antes.

"Com esse resultado, o setor varejista recupera o patamar de vendas próximo a junho de 2015, mas ainda se encontra 5,3% abaixo do nível recorde alcançado em outubro de 2014", informou o IBGE.

7 das 8 atividades cresceram em julho

Em julho, 7 das oito atividades pesquisadas tiveram alta no volume de vendas, com destaque para "hipermercados" (1,3%), "outros artigos de uso pessoal e doméstico" (2,2%), que incluem as vendas online e as lojas de departamentos, e "móveis e eletrodomésticos" (1,6%).

Segundo a gerente da pesquisa, Isabella Nunes, o bom resultado de julho é explicado pelo aumento na população ocupada e nas condições de crédito paras as famílias.

"Há uma evolução gradual do mercado de trabalho, com aumento da população ocupada, e também houve aumento de concessão de crédito à pessoa física, cujo volume aumentou 13,3% na passagem de junho para junho", disse, destacando que esses dois movimentos beneficiam diretamente as atividades de supermercado e eletrodomésticos.

 O volume de vendas do varejo ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, cresceu 0,7% na comparação com junho. Veículos, motos, partes e peças recuaram 0,9%, após avanço de 3,5% no mês anterior, enquanto materiais de construção pressionaram positivamente, com avanço de 1,1%.

Vendas avançam em 19 estados

De junho para julho, as vendas do comércio varejista cresceram em 19 das 27 unidades da federação, com destaque para Mato Grosso (5,4%), Rio de Janeiro (2,7%) e Bahia (2,4%). Por outro lado, houve queda e Amazonas (-1,9%), Roraima (-1,6%), Ceará (-1,5%), enquanto Goiás e Pará mostraram estabilidade

Recuperação lenta e perspectivas

Outros indicadores já divulgados mostram sinais mistos da economia no 2º semestre, em meio ao desemprego ainda elevado e piora no cenário externo com a crise da Argentina, guerra comercial e temores de uma nova recessão global.

A produção industrial, por exemplo, registrou queda de 0,3% em julho – o terceiro recuo mensal seguido. No acumulado no ano, o recuo chega a 1,7%, o que mantém a indústria no nível de janeiro de 2009.

O comércio aposta que a liberação dos saques das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Fundo PIS-Pasep ajudará a acelerar o consumo nestes últimos meses do ano. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que R$ 13,1 bilhões (44% do total previsto a ser injetado na economia) será destinado para gastos no comércio e consumo de serviços.

A projeção do mercado financeiro para estimativa de alta do PIB deste ano permanece em 0,87%, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Já o governo prevê crescimento de 0,85% em 2019.

FONTE: G1.GLOBO

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A primeira entrega refere-se a informações das operações realizadas no mês de agosto.

A Receita Federal comunica a todos os interessados que a primeira entrega das informações com criptoativos, relativas às operações realizadas em agosto, deve ser efetuada até 30 de setembro.

As informações podem ser prestadas mediante o preenchimento de formulário online, ou por intermédio da entrega de arquivo de dados, de acordo com leiaute especificado no Ato Declaratório Copes nº 5, de 30 de agosto de 2019.

Foram disponibilizadas, no e-CAC (Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte), funcionalidades que permitem às pessoas físicas, às pessoas jurídicas e às exchanges o cumprimento da obrigação.

É importante lembrar que a periodicidade de entrega é mensal, relativas às operações realizadas no mês antecedente.

Devem entregar as informações:

a) Exchanges nacionais: Exchanges são pessoas jurídicas que oferecem serviços referentes a operações realizadas com criptoativos, inclusive intermediação, negociação ou custódia.

b) Pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no Brasil que não utilizaram exchanges ou que utilizaram exchanges sediadas no exterior, desde que o valor mensal das operações tenha ultrapassado R$ 30 mil.

Entre as informações a serem enviadas, destacam-se a identificação dos titulares da operação, o valor da transação em reais, a quantidade de criptoativos comercializada e a data da operação.

As funcionalidades recém disponibilizadas no e-CAC podem ser acessadas seguindo os seguintes passos:

1 - Acessar o e-CAC

2 - Escolher "Cobrança e Fiscalização"

3 - Escolher "Obrigação Acessória - Formulários online e Arquivo de Dados"

A Instrução Normativa, os leiautes e o manual de preenchimento podem ser encontrados no link:

http://receita.economia.gov.br/orientacao/tributaria/declaracoes-e-demonstrativos/criptoativos

FONTE: RECEITA FEDERAL

Rua Dr. Eurico de Aguiar, nº 888, salas 905 e 906
Ed. Metropolitan Office, Santa Lúcia, Vitória/ES - CEP: 29.056-200

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