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RESUMO DA NOTÍCIA

  • Com mudança, juros cairão praticamente pela metade, para 150% ao ano
  • Bancos poderão cobrar taxa mensal para oferecer cheque especial aos clientes
  • Segundo BC, objetivo é penalizar menos os pobres, que costumam usar mais o produto
  • Decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) foi divulgada nesta quarta (27)
  • Mudança entra em vigor em 6 de janeiro de 2020

O governo Jair Bolsonaro limitou a 8% ao mês os juros do cheque especial cobrados pelos bancos, mas permitiu que as instituições cobrem uma taxa mensal para oferecer o produto aos clientes. A decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) foi divulgada na noite desta quarta-feira (27). A limitação dos juros entra em vigor em 6 de janeiro de 2020.

Segundo o Banco Central (BC), responsável pela divulgação, a medida é para tornar o produto mais "regressivo", ou seja, penalizar menos os pobres, já que o produto é mais utilizado por clientes de menor poder aquisitivo e educação financeira.

Em outubro, conforme dados divulgados nesta quarta pelo BC, o juro médio do cheque ficou em 305,9% ao ano. Com a mudança, os juros cairão praticamente pela metade, a 150% ao ano, segundo o diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução do Banco Central, João Manoel Pinho de Mello.

"O cheque especial tem características de crédito e serviço bancário e identificamos no cheque volumes altos de limites concedidos a clientes que não são usados. Dinheiro parado significa custo no sistema, e normalmente os clientes de baixa renda que arcam com esse custo", afirmou, em coletiva de imprensa. De acordo com ele, os limites concedidos no cheque especial somam R$ 350 bilhões, enquanto o volume de operações está em apenas R$ 26 bilhões. "Ou seja, o volume de dinheiro parado é de cerca de R$ 325 bilhões", completou.

Além de colocar um teto para os juros do cheque especial, o governo permitiu aos bancos a cobrança de tarifa pela disponibilização de limite de cheque especial, sendo vedada a cobrança para limites de crédito de até R$ 500. Para limites superiores, poderá ser cobrada tarifa mensal de até 0,25% sobre o valor do limite que exceder R$ 500. A tarifa deverá ser descontada do valor devido a título de juros de cheque especial no respectivo mês.

De acordo com o diretor do BC, cerca de 19 milhões de usuários do cheque especial se enquadram nessa categoria, de um universo de 80 milhões de clientes.

Para os contratos em vigor, a incidência de tarifa só será permitida a partir de 1 º de junho de 2020, caso não venham a ser repactuados antes, cabendo à instituição financeira comunicar ao cliente a sua incidência com 30 dias de antecedência.

Segundo o BC, essa é uma medida de caráter específico, "por ser o cheque especial um produto com características singulares que não favorecem a competição entre as instituições financeiras".

Além disso, de acordo com o BC, estudos apontam que é um produto inelástico aos juros (ou seja, há pouca mudança de comportamento dos clientes mesmo quando há aumento na taxa de juros cobrada), usado muitas vezes de forma não alinhada ao caráter emergencial do produto, onerando, principalmente, os clientes de menor poder aquisitivo.

O BC ainda afirma que a definição de limites de taxa de juros e a cobrança de tarifas para linhas emergenciais estão presentes em regulamentação de economias avançadas e emergentes.

Desde julho do ano passado, os bancos estão oferecendo um parcelamento para dívidas no cheque especial. A opção vale para débitos superiores a R$ 200. A expectativa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) era de que essa migração do cheque especial para linhas mais baratas acelerasse a tendência de queda do juro cobrado ao consumidor. Isso não ocorreu. Em junho de 2018, antes do início da nova dinâmica, a taxa do cheque especial estava em 304,9% ao ano.

FONTE: ECONOMIA UOL

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Projeção leva em conta que, em dezembro, tradicionalmente são fechadas cerca de 300 mil vagas com carteira assinada.

O Brasil deve encerrar o ano com a criação de até 600 mil empregos formais, segundo projeções de economistas ouvidos pelo Estado. O número é melhor que o do ano passado, que teve saldo positivo de 529,5 mil vagas, de acordo com dados ajustados pelo Caged. A expectativa para 2020 é de números ainda melhores com a esperada recuperação mais consistente da economia.

O número menor projetado para o ano em relação ao acumulado até outubro, de 841,5 mil vagas com carteira assinada, é porque, sazonalmente, ocorrem cerca de 300 mil a 400 mil dispensas em dezembro, segundo dados históricos, dizem os economistas.

Na opinião de José Márcio Camargo, professor da PUC-Rio e sócio da Opus, os dados de outubro marcando sete meses seguidos de saldo positivo “é sinal claro de que alguma recuperação está ocorrendo no País pois, sem crescimento econômico não haveria geração de empregos”.

Outro sinal, diz ele, é que a recuperação de vagas está ocorrendo em quase todos os setores e em quase todos os Estados. Pelos seus cálculos, o País deve encerrar o ano com cerca de 520 mil novos postos. Sua comparação é feita com base nos dados sem ajustes do Caged, que indicam a criação de 420 mil postos em 2018.

“Certamente teremos resultados melhores que no passado”, diz Camargo. Para 2020, sua previsão é de nova melhora na geração de empregos, tendo em vista a projeção de crescimento maior do Produto Interno Bruto (PIB).

Crescimento moderado

O economista da Tendências Consultoria, Thiago Xavier, também vê os resultados de outubro como animadores, apesar do crescimento ainda moderado até agora. Ele trabalha com a projeção de saldo de 580 mil vagas ao fim de dezembro, pois acredita em nova alta em novembro, mas recuo em dezembro.

“Desde o meio do ano para cá, o saldo de empregos tem sido melhor, o que é consistente com a atividade econômica”, afirma Xavier, para quem o próximo ano também será de crescimento econômico e, consequentemente, de empregos.

Para Helio Zylberstajn, professor do Departamento de Economia da USP, tudo indica, até agora, que a abertura de vagas formais e até mesmo informais vai continuar em 2020. Ele acredita que o ano possa fechar com a criação de aproximadamente 600 mil postos formais.

Metodologias diferentes 

Em relação às diferenças dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, Camargo sugere que o instituto avalie sua metodologia de trabalho que passou por mudanças recentemente. Mesmo que os dois dados tenham metodologias diferentes de coleta – o do Pnad é resultado de pesquisas feitas em domicílios e o Caged de dados repassados por empregadores – em sua opinião, “algo estranho está acontecendo”.

Enquanto os dados do Caged mostram alta no número de vagas formais, os da Pnad apontam para números estáveis. Apesar das diferenças, Xavier ressalta que a mensagem de ambos indicadores é de que o emprego forma está reagindo, ainda que de forma lenta, e há sinais de melhora ao longo dos próximos meses.

FONTE: ECONOMIA ESTADÃO

 

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Multa de 40% que o trabalhador recebe na demissão sem justa causa não sofre alteração. Fim da multa adicional vai gerar espaço extra de R$ 6 bilhões para gastos em 2020.

Medida Provisória publicada pelo governo nesta terça-feira (12) estabelece o fim da multa adicional de 10% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) nas demissões sem justa causa. A medida está na mesma MP que criou o programa Verde Amarelo, destinado a incentivar a contratação de jovens.

Essa multa – cujo valor é direcionado à Caixa Econômica Federal – foi criada foi criada em 2001 para compensar as perdas históricas causadas pelos planos Verão e Collor. A MP não altera, porém, a multa de 40% que os trabalhadores recebem na demissão sem justa causa – que continuará sendo paga normalmente pelos patrões.

A medida já havia sido antecipada no mês passado ao G1 pelo secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues. "Essa multa vai acabar. Hoje, o valor dessa multa, em 2019, é da ordem de R$ 5,7 bilhões. Estimamos que, em 2020, esse valor vai ser um pouco acima de R$ 6 bilhões", declarou Rodrigues.

Waldery Rodrigues explicou na ocasião que, ao acabar com essa multa adicional, o governo ajuda a reduzir os encargos trabalhistas e, ao mesmo tempo, a recompor o orçamento de 2020 – que poderá contar com mais espaço para gastos. Isso porque o governo arrecada os recursos e os repassa ao FGTS. Ao fazer esse pagamento, os valores contribuem para elevar o teto de gastos.

FONTE: G1

 

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