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RESUMO DA NOTÍCIA

  • Após essa etapa, proposta segue ao Senado; precisa ser analisada até 20/11 para virar lei
  • Texto aprovado permite que quem tinha até R$ 998 no FGTS em 24/7 possa sacar tudo, em vez de até R$ 500
  • Para quem tinha mais que R$ 998, saque imediato continuaria restrito a até R$ 500 por conta
  • Ainda não foi definido, por exemplo, como ficaria situação de quem já sacou os R$ 500

A Câmara aprovou nesta terça-feira (6) o texto principal da medida provisória que libera saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Nenhum dos destaques protocolados pelos deputados foi aceito. Após essa etapa, a proposta segue ao Senado. A medida precisa ser analisada pelo Congresso até o próximo dia 20 para virar lei. O texto aprovado permite que os trabalhadores que tinham até um salário mínimo (R$ 998) no fundo quando a medida entrou em vigor, em 24 de julho, possam sacar todo o valor, em vez de até R$ 500. Para quem tinha mais que um salário mínimo, o saque imediato continuaria restrito a até R$ 500 por conta.

O texto aprovado permite que os trabalhadores que tinham até um salário mínimo (R$ 998) no fundo quando a medida entrou em vigor, em 24 de julho, possam sacar todo o valor, em vez de até R$ 500. Para quem tinha mais que um salário mínimo, o saque imediato continuaria restrito a até R$ 500 por conta. 

Ainda não foi definido, por exemplo, como ficaria a situação de quem já sacou os R$ 500, mas provavelmente haveria uma nova convocação pela Caixa Econômica Federal.

A MP também criou o saque-aniversário, que é uma nova modalidade. A partir do ano que vem, o trabalhador terá a opção de sacar uma parte do fundo de garantia todos os anos, no mês de seu aniversário. Por outro lado, perde o direito de sacar todo o dinheiro do fundo se for demitido. A adesão é opcional e já começou em outubro.

Destaques rejeitados 

Os deputados rejeitaram todos os destaques ao texto. O PDT queria retirar a possibilidade de uso dos recursos, após aprovação do Conselho Curador do fundo, em fundos de investimento, mercado de capitais e títulos públicos e privados, proibida a participação do FGTS como único cotista. Em outro pedido, o mesmo partido queria excluir a permissão dada ao trabalhador para antecipar, junto a bancos e mediante desconto de ágio, o saque-aniversário, ao qual tem direito somente uma vez ao ano.

O líder do Novo, o deputado Marcel Van Hattem (SP), queria acabar com o limite de retiradas na modalidade saque-aniversário.

O plenário rejeitou também emenda do deputado Paulo Pimenta (PT-RS) para diminuir de dois anos para um mês a carência de prazo no pedido de alteração da modalidade de saque que o trabalhador pode escolher: modelo atual de saque ou saque na data do aniversário.

O PT tentou ainda manter em vigor a multa adicional de 10% do FGTS no caso de demissão sem justa causa, mas não conseguiu. 

FONTE: UOL

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A alta de 0,3% na produção industrial em setembro ante agosto, após o avanço de 1,2% registrado na leitura anterior, fez o setor acumular uma expansão de 1,5% nos últimos dois meses. Os resultados são da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na manhã desta sexta-feira, 1º de novembro.

Já a alta de 1,1% registrada em setembro de 2019 ante setembro de 2018 interrompeu uam sequência de três meses consecutivos de quedas: junho (-5,9%), julho (-2,5%) e agosto (-2,1%).

Revisões

O IBGE revisou o resultado da produção industrial em agosto ante julho, de uma alta de 0,8% para aumento de 1,2%.

Na categoria de bens de capital, a taxa de agosto ante julho passou de -0,4% para -0,3%, enquanto o desempenho de julho ante junho saiu de -0,1% para -0,3% e o de junho ante maio foi revisto de -0,6% para -0,3%.

O resultado dos bens intermediários em agosto ante julho passou de 1,4% para 1,5%.

A taxa dos bens de consumo duráveis em agosto ante julho foi revista de -1,8% para -1,4%. O resultado de julho ante junho passou de 0,4% para 0,9%, e o de junho ante maio saiu de -0,7% para -0,5%.

O desempenho dos bens de consumo semi e não duráveis em agosto ante julho passou de -0,4% para -0,1%, e a taxa de julho ante junho saiu de 1,3% para 1,2%.

FONTE: VEJA

 

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A produção da indústria brasileira teve um crescimento de 0,3% na passagem de agosto para setembro. Esta é a segunda taxa positiva do indicador, que acumula alta de 1,5% no período de dois meses. Os dados, da Pesquisa Industrial Mensal, foram divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com setembro do ano passado, houve alta de 1,1%. Já na média móvel trimestral, teve crescimento de 0,4%. Por outro lado, a indústria acumula quedas de 1,4% no acumulado do ano e no acumulado de 12 meses. 

Na passagem de agosto para setembro, três das quatro grandes categorias econômicas tiveram crescimento: bens de consumo duráveis (2,3%), bens de consumo semi e não duráveis (0,5%) e bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (0,2%). Já os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos, tiveram queda de 0,5%.

Onze das 26 atividades pesquisadas mostraram expansão na produção. Entre elas, a indústria de veículos automotores, reboques e carrocerias, que cresceu 4,3%, revertendo um recuo de agosto (-2,4%).

Outros impactos positivos relevantes vieram de confecção de artigos do vestuário e acessórios (6,6%), bebidas (3,5%), produtos de metal (3,7%), móveis (9,4%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (3,0%) e produtos de borracha e de material plástico (1,4%).

Entre os 14 ramos que tiveram queda na produção, os desempenhos de maior impacto foram observados em impressão e reprodução de gravações (-28,6%), indústrias extrativas (-1,2%), máquinas e equipamentos (-2,8%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-4,6%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-0,8%) e produtos do fumo (-7,7%).

FONTE: VEJA

Rua Dr. Eurico de Aguiar, nº 888, salas 905 e 906
Ed. Metropolitan Office, Santa Lúcia, Vitória/ES - CEP: 29.056-200

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