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(Bloomberg) -- A maior economia da América Latina está finalmente preparada para se destacar em meio a taxa básica de juros na mínima histórica, inflação sob controle e avanço da agenda de reformas, de acordo com a Bridgewater Associates.

O Brasil tem apresentado crescimento fraco ao longo dos últimos dois anos, uma lenta recuperação da maior recessão de sua história. Agora, a trajetória descendente dos juros está ajudando a impulsionar a economia, com sinais de aceleração emergindo em dados como vendas do varejo e indicadores de confiança.

A retomada está "apenas começando", dizem os analistas Sean Macrae, David Trinh e Alexa Rozario em nota a clientes no dia 31 de dezembro. O patamar baixo dos juros não parece pressionar a moeda ou a inflação até agora, segundo a Bridgewater, que tem cerca de US$ 160 bilhões sob gestão.

A economia brasileira deve crescer 2,2% em 2020, o dobro da projeção para 2019, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. Analistas têm apontado para o crescimento como o fator ausente para a volta dos investidores estrangeiros, que não se empolgaram tanto com o rali brasileiro.

Os investidores locais seguem com postura mais otimista. Em relatórios enviados a clientes, as gestoras Verde Asset e Legacy Capital afirmaram que sinais de crescimento mais forte no Brasil têm se intensificado.

FONTE: UOL

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SÃO PAULO (Reuters) - A estimativa do Itaú Unibanco para o IPCA de 2020 contempla inflação abaixo do centro da meta e tem inclusive viés de baixa, depois de a alta dos preços em 2019 ter ficado acima do patamar central perseguido pelo Banco Central pela primeira vez desde 2016.

O banco prevê que o IPCA varie 3,50% em 2020, abaixo do centro da meta do governo, de 4,00%. Isso após o índice ter fechado 2019 com alta de 4,31%, acima dos 4,25% buscados pelo BC, depois de dois anos de taxas abaixo do centro da meta estipulada.

De acordo com Julia Araujo, economista sênior do Itaú, já neste mês de janeiro os preços das carnes --vilão do fim do ano passado-- devem mostrar deflação, com a arroba do boi gordo estando na casa de 200 reais depois de ter superado 230 reais no fim do ano passado.

"A expectativa é parte dessas altas fortes do fim de 2019 se revertam em parte, o que, junto com a queda do dólar, nos faz adicionar um viés de baixa à nossa projeção (para o IPCA de 2020)", disse Araujo.

O dólar caiu 5,37% em dezembro passado --maior baixa para qualquer mês desde janeiro de 2019, depois de em novembro ter disparado para perto de 4,30 reais e gerado temores de algum impacto mais visível sobre a inflação.

A economista do Itaú, porém, disse que mesmo em 2019 a inflação mais associada ao ritmo da economia --que considera serviços e bens industriais-- ficou "bem comportada", com alta de 2,9%, bem abaixo dos 4,25% do centro da meta, indicação de que não há pressões inflacionárias mais destacadas.

A previsão pelo Itaú de inflação abaixo da meta em 2020 corrobora expectativa do banco de novos cortes da Selic, que deverá terminar este ano em 4,00%, 0,50 ponto percentual abaixo do patamar corrente. A mais recente pesquisa Focus do Banco Central aponta juro básico de 4,50%, conforme mediana das projeções. 

FONTE: UOL

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O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial no país, encerrou 2019 em 4,31%. Um dos vilões foi a carne, que acumulou alta de 32,4% nos preços no ano passado, com a maior parte concentrada nos últimos dois meses. Além disso, o feijão ficou 55,99% mais caro.

O resultado do IPCA ficou acima do centro meta do governo de 4,25%, mas dentro do limite de variação de 1,5 ponto percentual, ou seja, podendo variar entre 2,75% e 5,75%. Em 2018, a inflação foi de 3,75%.

Em dezembro, o índice variou 1,15%, após ter fechado em 0,51% em novembro. Esse foi o maior resultado para um mês de dezembro desde 2002, quando o IPCA ficou em 2,1%. Em dezembro de 2018, a taxa foi de 0,15%.

As informações foram divulgadas hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Juros x inflação

Para tentar controlar a inflação, o Banco Central pode usar a taxa de juros. De modo geral, quando a inflação está alta, o BC sobe os juros para reduzir o consumo e estimular a queda de preços. Quando a inflação está baixa, o BC derruba os juros para impulsionar o consumo.

Na última reunião, o Comitê de Política Monetária do BC decidiu reduzir taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual, de 5% para 4,5% ao ano. É a menor taxa desde que o Copom foi criado, em 1996.

FONTE: UOL

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