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Nesta quarta-feira (5), o presidente Jair Bolsonaro sancionou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 9/2020, que autoriza a extinção de créditos tributários devidos pelas micro e pequenas empresas integrantes do Simples Nacional.

Bolsonaro anunciou a sanção durante transmissão pelas redes sociais. Ao lado dele estavam os deputados federais Marco Bertaiolli (PSD-SP) e Gutinho Ribeiro (Solidariedade-SE), além do senador Jorginho Mello (PL-SC), que relatou a matéria no Senado.

De acordo com o discurso de Bolsonaro, a medida vai ajudar a preservar empregos durante a pandemia do novo coronavírus. O projeto havia sido aprovado em julho e aguardava sanção presidencial.

“Estamos fechando basicamente o leque para manutenção de empregos no Brasil”, disse Bolsonaro durante a live.

O senador Jorginho Mello disse que o projeto vai garantir a sobrevivência dos pequenos negócios. “Isso vai de encontro a tudo aquilo que o micro e pequeno empresário sempre sonhou.”

Dívidas micro e pequenas empresas

A Secretaria-Geral da Presidência da República afirmou, em nota, que “a iniciativa tem o objetivo de autorizar a extinção de créditos tributários devidos pelas microempresas (MEs) e Empresas de Pequeno Porte (EPPs), que participam do Simples Nacional, por meio de transação resolutiva de litígio. Com isso, os créditos da Fazenda Pública, em fase de contencioso administrativo ou judicial ou inscritos em dívida ativa poderão ser extintos mediante transação.”

O projeto facilita a renegociação de dívidas dessas empresas com a União nos termos da Lei do Contribuinte Legal (Lei 13.988, de 2020).

A lei, sancionada em abril deste ano, permite ao governo fazer negociações chamadas de transações resolutivas de litígios quanto a dívidas com a União, seja em fase administrativa, judicial ou em fase de créditos inscritos em dívida ativa

O PLP prevê também a prorrogação do prazo para enquadramento no Simples Nacional para as micro e pequenas empresas. Essa prorrogação ainda será regulamentada pelo Comitê Gestor do Simples Nacional.

 

FONTE: CONTÁBEIS

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O governo quer disponibilizar, até 15 de agosto, mais R$ 12 bilhões para empréstimos no âmbito do Programa de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). Os recursos, que servem para financiar pequenos negócios afetados pelos efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus, têm potencial para alavancar até R$ 14 bilhões em crédito.

O aumento dos recursos para o Pronampe faz parte da Medida Provisória 944/2020, aprovada hoje pela Câmara dos Deputados, e que segue para sanção presidencial. A proposta para ampliar os recursos foi negociada com o Ministério da Economia, disse a subsecretária de Desenvolvimento de Micro e Pequenas Empresas, Empreendedorismo e Artesanato da pasta, Antônia Tallarida.

Para custear o programa, a MP 944 previa R$ 15,9 bilhões em garantias, por três meses, prorrogáveis por mais três, ou R$ 18 bilhões em crédito. Com a alta demanda e a escassez de crédito para os pequenos negócios, o dinheiro se esgotou em pouco mais de 30 dias. Por isso, governo e Congresso negociaram um aumento de recursos de mais R$ 12 bilhões.

De acordo com Tallarida, nove instituições financeiras participaram da primeira etapa, entre elas Caixa, Banco do Brasil e Itaú – as três pediram ampliação do limite inicial. Outras cinco apresentaram documentação para emprestar recursos e devem participar da segunda fase do programa, como Bradesco e Santander.

“Assim como na primeira etapa do programa, nossa expectativa é que os recursos sejam emprestados rapidamente. Alguns bancos já têm lista de espera de clientes interessados”, afirmou Tallarida.

Os empréstimos têm taxa máxima de Selic mais 1,25% ao ano, com carência de oito meses e prazo de pagamento de 36 meses. Não há cobrança de spread e de taxa de abertura de crédito.

Para custear o Pronampe com R$ 12 bilhões adicionais, o Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese), que teve pouca adesão, perdeu R$ 17 bilhões – os outros R$ 5 bilhões irão para o programa de crédito para maquininhas. Os recursos são repassados ao Fundo de Garantia de Operações (FGO), gerido pelo BB.

Para Tallarida, o Pronampe tem sido bem sucedido porque o governo conseguiu resolver dois problemas que atrapalham os pequenos negócios: assimetria de informação e falta de garantias. A Receita Federal ficou responsável por repassar informações contábeis das empresas aos bancos. Já as garantias da União chegam próximas de 100%. “Isso reduziu o risco das operações”, afirmou Tallarida.

Além do Pronampe, durante a pandemia, o governo ampliou o alcance o Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (PEAC) por meio da MP 975, também aprovada hoje pelo Senado – a proposta segue agora para sanção presidencial. O programa é gerido pelo BNDES, que atua como “fiador” para operações realizadas no âmbito do Fundo Garantidor para Investimentos (FGI) – fundo de aval administrado pela instituição. O programa vale para todo tipo de operação de crédito – inclusive giro e maquininhas – e para todos os agentes financeiros.

O fundo já tem disponíveis R$ 5 bilhões do Tesouro Nacional, recursos que podem alavancar até R$ 25 bilhões em novos créditos. Se houver demanda, o Tesouro poderá aportar mais R$ 15 bilhões até o fim do ano. Cada empresa pode tomar entre R$ 5 mil e R$ 10 milhões, dependendo do porte e do faturamento. A carência varia de 6 a 12 meses, e o prazo para pagamento, de 12 a 60 meses. As taxas devem ser negociadas entre as partes, mas não podem exceder 1,2% ao mês.

 

FONTE: InfoMoney

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O governo federal estuda uma proposta para desonerar em até 25% a folha de pagamento de empresas em todas as faixas salariais. A medida é 1 desenvolvimento de uma ideia que já tinha sido discutida, que restringia o corte de impostos para rendimentos de até 1 salário mínimo.

O assessor especial do Ministério da Economia Guilherme Afif Domingos disse em entrevista à Folha de S. Paulo que a pasta está fazendo cálculos para avaliar o impacto da proposta. Entre os objetivos da desoneração está estimular a criação de empregos e ajudar as empresas a manter os postos existentes.

Para que a proposta avance, o governo precisa de uma forma de compensar a perda de receita. O ministro Paulo Guedes (Economia) quer criar 1 microimposto digital com uma alíquota mínima de 0,2%. Para Afif, caso a alíquota fique mesmo em 0,2%, o valor não seria suficiente para desonerar completamente a folha salarial. “A estimativa inicial é que a alíquota renderia R$ 120 bilhões, o suficiente para desonerar até 1 salário mínimo, já considerando que uma parte da arrecadação deve sustentar o Renda Brasil“, disse. O ministério já estaria discutindo uma alíquota de o,4%.

Afif afirmou que a proposta desse novo imposto deve ser enviada em agosto ao Congresso. O valor seria aplicado nos “pagamentos em geral, principalmente no comércio eletrônico. Transações em dinheiro também poderiam ser taxadas quando houvesse o registro digital da operação“, explicou o assessor especial. A criação do imposto gerou debates e comparações com a antiga CPMF. “A resposta a quem critica é: me dê uma alternativa melhor que essa. Ainda não vi“, disse Afif.

REFORMA TRIBUTÁRIA

Paulo Guedes entregou, no dia 21 de julho, aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), a sua proposta de reforma tributária. O projeto de lei propõe a unificação do PIS e da Cofins. O novo tributo se chama CBS (Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços).

O projeto entregue pelo Planalto é a 1ª etapa das mudanças a serem indicadas pelo governo para o sistema tributário, considerado complexo pelo setor produtivo. A proposta não reduz a carga tributária, mas simplifica o modelo de cobrança e visa a diminuir as disputas judiciais. As mudanças sobre a tributação de dividendos para desonerar a folha de pagamento e alterações no Imposto de Renda serão apresentadas em outras etapas.

 

FONTE: MSN

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