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Apesar das dificuldades observadas no início da pandemia de covid-19, o mercado de crédito brasileiro deve apresentar um resultado melhor do que o esperado neste ano e manter um nível elevado de concessões em 2021. A projeção é do Banco Central (BC), que elevou as estimativas para o crédito no Relatório Trimestral de Inflação (RTI), divulgado nesta quinta-feira (24/09).

O BC melhorou a projeção para o crescimento do estoque total de crédito neste ano de 7,6% para 11,5% no RTI. A revisão é explicada por conta "da demanda acentuada de crédito das empresas", mas também por surpresas positivas no âmbito das pessoas físicas, que mantiveram os financiamentos imobiliários em alta durante a crise da covid-19.

 

Crédito às empresas em alta

Para a autoridade monetária, o estoque de crédito das pessoas jurídicas vai crescer 16,5% em 2020. A projeção é mais otimista que a do RTI anterior (10%) e também é melhor que o resultado observado nos últimos anos. Em 2019, por exemplo, houve uma variação negativa de 0,1% no crédito às pessoas jurídicas, já que as empresas estavam se financiando mais no mercado de capitais do que no sistema bancário.

O RTI explica que esse crescimento acentuado será possível já que muitas empresas brasileiras vêm sendo atendidas pelos programas emergenciais de crédito que foram criados para ajudar a conter o impacto da pandemia de covid-19 no setor produtivo, como o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) e o programa de financiamento da folha. A revisão ainda se fundamenta "pelas condições mais acessíveis de financiamento, com destaque para a taxa de juros na mínima histórica, e pela melhora nas expectativas de recuperação da atividade econômica".

 

Crédito às famílias desacelera

Já para o crédito às pessoas físicas a perspectiva é de uma alta de 7,8% em 2020. A projeção é melhor que a de julho (5,8%), mas ainda representa uma desaceleração em relação aos anos anteriores. Em 2019, por exemplo, o estoque de crédito das famílias brasileiras cresceu 11,9%.

O BC prevê que haverá desaceleração em 2020 por conta, sobretudo, da redução do comportamento do cartão de crédito à vista, que foi "fortemente afetada pela queda nos gastos dos consumidores de alta renda" na pandemia de covid-19.

Porém, explica a revisão para cima da projeção por conta dos programas de renegociações e postergações de dívida, que contribuíram para a manutenção da carteira de crédito na pandemia de covid-19, e também por conta da alta não esperada dos financiamentos às famílias com recursos direcionados. "As concessões de financiamentos imobiliários, principal modalidade do grupo, surpreenderam positivamente, apresentando evolução positiva após abril, impulsionadas pela queda nas taxas de juros", lembra.

 

Projeções para 2021

Para o próximo ano, contudo, o cenário projetado muda um pouco. A perspectiva do BC é que o estoque total de crédito cresça 7,3% em 2021, puxado pela retomada do crédito às pessoas físicas.

A expectativa é que o crédito às famílias suba 9% em 2021, "levando-se em conta perspectiva de melhora no mercado de trabalho" e também a "redução das renegociações e postergações de parcelas no segmento imobiliário".

Já no caso das empresas, a projeção é que o crescimento do crédito desacelere para 5,1% em 2021, por conta da "normalização da atividade econômica e pela necessidade de desalavancagem das empresas". Além disso, o BC espera que as grandes companhias voltem a se financiar no mercado de capitais, como vinha acontecendo antes da pandemia.

 

FONTE: CORREIO BRAZILIENSE

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou a lei que transfere a cobrança do ISS (Imposto sobre Serviços), em determinadas atividades, do município onde fica o prestador para a cidade onde o serviço é efetivamente oferecido.

O texto foi publicado no DOU (Diário Oficial da União) de hoje, sem vetos.

As mudanças afetam atividades como as de operadoras de planos de saúde, médicos veterinários, administradoras de fundos e de cartão de crédito e arrendamento mercantil.

O texto ainda institui o Comitê Gestor das Obrigações Acessórias do ISSQN (CGOA), que, entre outras atribuições, definirá como serão os procedimentos para o recolhimento do tributo.

A ideia do projeto de lei que foi sancionado é tirar a concentração de arrecadação de grandes cidades, onde a maioria das empresas estão instaladas. Assim, pequenos municípios terão a chance de arrecadar mais.

A alteração na cobrança do ISS entrará em vigor a partir de 2021.

 

FONTE: UOL

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O governo federal liberou R$ 10 bilhões para a concessão de empréstimos para microempreendedores individuais e empresas de pequeno porte por meio do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac-Maquininhas). A MP (medida provisória) que autoriza a abertura do crédito extraordinário foi publicada nesta quinta-feira (24) no Diário Oficial da União.

O programa foi aprovado em julho no Congresso e sancionado mês passado pelo presidente Jair Bolsonaro e tem o objetivo de diminuir os efeitos econômicos negativos causados pela pandemia da covid-19.

O Peac-Maquinhas usará como garantia os valores a receber de vendas feitas por meios das máquinas de cartões. A instituição financeira vai considerar o valor de vendas que passou pela maquininha um ano antes do período da pandemia, calcular o valor médio e fixar um valor de empréstimo para essa empresa, limitado ao teto de R$ 50 mil. Os juros são de até 6% ao ano.

De acordo com o texto da MP, os recursos serão liberados a partir da contratação de operação de crédito interna (contratos ou emissão de títulos da dívida pública) e repassados ao BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), instituição responsável por coordenar o programa.

 

FONTE: R7 ECONOMIA

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