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A Serasa anunciou que a partir de hoje vai liberar 10 milhões de dívidas que poderão ser quitadas por apenas R$ 50 reais. A ação integra o 26º Feirão Serasa Limpa Nome, que promete descontos de até 99%.

 "Esse Feirão é muito especial, devido a todo o cenário que passamos. O grande objetivo é ajudar o maior número de brasileiros a regularizar sua situação financeira, limpar o nome e voltar a ter acesso a crédito. Por isso não pouparemos esforços para viabilizar ações como essa junto aos nossos parceiros, e possibilitar que milhões de pessoas quitem suas dívidas por apenas R$ 50", diz Giresse Contini, diretor de marketing e canais digitais da Serasa.

As renegociações contam com mais de 50 empresas parceiras, como Itaú, Banco do Brasil, Recovery, Claro, Nextel, Santander, Vivo, Casas Bahia, Ponto Frio, Renner, Riachuelo, Pernambucanas, Avon, Bradesco, Carrefour, Porto Seguro, Ativos, Oi, Itapeva, Anhanguera, Sky, Credsystem, Banco BMG, Digio, Zema, Crefisa, Ipanema, Unopar, Hoepers, Tricard, Tribanco, Di Santinni, Calcard, Confiança, Algar, Unic, Fama, Pitágoras, Sorocard, Uniderp, Unime, Hipercard, Conect Car, Elmo, Tenda, Energisa, Cetelem, Havan, Elmo, MGW Ativos, Energisa, Quatro Estações, CPFL, RGE, Light, Nosso Lar, Novo Mundo, Koerich, Kredilg e Cemig. Os interessados poderão renegociar suas dívidas até o dia 30 de novembro pelos canais digitais da Serasa: site do Serasa Limpa Nome, o aplicativo da Serasa, Whatsapp (11-99575-2096) ou pelo 0800-591-1222, e ainda em agências dos Correios.

 As campanhas vêm sendo realizadas desde março deste ano. Apenas em agosto, quase 3 milhões de dívidas foram quitadas através dos canais digitais da empresa.

FONTE: UOL ECONOMIA 

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A produção industrial brasileira cresceu 2,6% em setembro, na comparação com agosto, com o setor cravando a quinta alta seguida, segundo divulgou nesta quarta-feira (4) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Já na comparação com setembro do ano passado, o setor cresceu 3,4%, interrompendo uma sequência de 10 quedas seguidas nesta base de análise.

Com o resultado de setembro, a indústria acumulou em 5 meses um ganho de 37,5%, eliminando completamente as perdas registradas entre março e abril (-27,1%). Com isso, superou em 0,2% o patamar de fevereiro, quando a pandemia de coronavírus ainda não havia afetado a produção do país.

 Embora tenha recuperado o patamar pré-pandemia, o setor ainda se encontra 15,9% abaixo do seu patamar mais alto, alcançado em agosto de 2018. “Isso nos dá a dimensão do tamanho da perda que a indústria já vinha acumulando”, enfatizou o gerente da pesquisa, André Macedo.

No acumulado no ano, a indústria ainda registra, porém, queda de 7,2%. Em 12 meses, a baixa acumulada é de 5,5%, indicando uma desaceleração frente ao mês anterior (-5,7%).

Produção industrial mensal — Foto: Economia G1

 

 O IBGE revisou os dados da produção industrial de julho, de uma alta de 8,3% para 8,6%, e também de agosto, para um avanço de 3,6%, ante uma taxa de 3,2% divulgada anteriormente.

O resultado de setembro veio acima do esperado. As expectativas em pesquisa da Reuters com economistas eram de alta de 2,2% na variação mensal e de 2,2% na base anual.

 

Alta de 22,3% no 3º trimestre na comparação o 2º trimestre

 Na passagem do 2º para o 3º trimestre, a produção industrial apresentou uma alta de 22,3%, recuperando a perda registrada na passagem do 1º para o 2º trimestre, que havia sido de 17,5%.

Já na comparação com o 3º trimestre de 2019, a indústria teve queda de 0,6%, bem abaixo do recuo registrado no 2º trimestre contra o 2º trimestre do ano passado, quando houve um tombo de 19,4%. “Essa foi a queda mais elevada, nessa base de comparação, de toda a série histórica atual da pesquisa”, destacou o gerente da pesquisa.

 

Destaques de setembro

 Na passagem de agosto para setembro, a produção cresceu em todas as grandes categorias econômicas e em 22 dos 26 ramos pesquisados, com destaque para bens de consumo duráveis, cujos resultados foram puxados pela indústria automobilística.

 

Produção industrial cresceu em setembro em 22 dos 26 ramos pesquisados — Foto: Divulgação/IBGE

 

“Veículos automotores, reboques e carrocerias avançaram 14,1%. Vale destacar que essa atividade acumulou expansão de 1.042,6% em cinco meses consecutivos de crescimento na produção, mas ainda assim se encontra 12,8% abaixo do patamar de fevereiro”, afirmou o gerente da pesquisa.

Outros avanços de destaque em setembro foram na produção de máquinas e equipamentos (12,6%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (16,5%) de couro, artigos para viagem e calçados (17,1%).

Por outro lado, houve queda em indústrias extrativas (-3,7%), impressão e reprodução de gravações (-4,0%), produtos diversos (-1,3%) e outros produtos químicos (-0,3%).

“A indústria extrativa teve um recuo em setembro, mas vinha de três meses de crescimento na produção. Ou seja, ela interrompe o comportamento positivo, mas não elimina o saldo positivo dos últimos meses. Mesmo considerando a queda em setembro, essa atividade está 5,7% acima do patamar anterior à pandemia”, observou Macedo.

 

Indústria ainda acumula perdas no ano

Todas as quatro grandes categorias econômicas acumulam recuo no ano, com perdas em 20 dos 26 ramos, 64 dos 79 grupos e 68,4% dos 805 produtos pesquisados.

 Na produção de bens de consumo duráveis, a queda é de 26,7% no acumulado em 9 meses. Em bens de capital, o recuo é de 17,9%. Já os setores produtores de bens de consumo semi e não-duráveis (-7,6%) e de bens intermediários (-3,1%) acumulam taxas negativas menos acentuadas no ano. Na média da indústria, a queda no ano é de 7,2%.

Entre os segmentos, as maiores baixas no acumulado no ano são na produção de impressão e reprodução de gravações (-37,9%), veículos automotores (-37%) e confecção de artigos do vestuário (-31,8%).

 

Dos 26 ramos, apenas 4 tiveram aumento de produção no acumulado no ano, com destaque para produtos alimentícios (5,4%), produtos derivados do petróleo (4,5%), perfumaria e produtos de limpeza (3,9%) e produtos farmacêuticos (2,1%). Veja quadro abaixo:

Apenas 4 dos 26 ramos pesquisados acumulam alta no ano — Foto: Divulgação/IBGE

 

 Perspectivas

Após o tombo recorde no 2º trimestre, a indústria tem mostrado uma recuperação firme nos últimos meses. Segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a alta da produção também tem sido acompanhada de mais contratações, de redução da ociosidade do parque industrial e aumento da intenção de investir dos empresários.

A CNI estima que o PIB industrial deverá crescer 10% no terceiro trimestre e encolher 4,1% no ano.

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) alcançou em outubro 111,2 pontos, o maior nível desde abril de 2011 (111,6 pontos), segundo a Fundação Getulio Vargas.

A estimativa atual do mercado é de um tombo de 4,81% do PIB (produto Interno Bruto) em 2020, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central.



FONTE: G1 ECONOMIA

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Irritado com as críticas da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) aos estudos da equipe econômica sobre a criação de um novo imposto sobre pagamentos - nos moldes da extinta CPMF -, o ministro da Economia, Paulo Guedes, atacou duramente a entidade. Ele reclamou especificamente do apoio da entidade a um estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) da Organização das Nações Unidas (ONU) que foi oferecido ao ministro do Desenvolvimento, Rogério Marinho.

"A Febraban é o cartório institucionalizado dos bancos, é paga para isso. Ela financia até programa de estudo de ministro gastador, para enfraquecer ministro que quer acabar com privilégios. A Febraban faz lobby para enfraquecer ministro que está segurando a barra. É uma casa de lobby, e isso é justo, mas tem que estar escrito na testa: lobby bancário. A Febraban financia estudos que não têm nada a ver com operações bancárias, financia ministro gastador pra ver se fura teto e derruba o outro lado", afirmou Guedes, em audiência pública na Comissão Mista do Congresso Nacional para o acompanhamento de medidas contra a covid-19.

O ministro disse ainda que medidas do Banco Central, como o PIX e o open banking, irão acabar com o que ele chamou de "cartel bancário". "Vamos escapar de cartel bancário de 200 milhões de trouxas nas mãos de quatro bancos. E também em outros setores. Não é quebrar ninguém, queremos que crescimento futuro seja melhor distribuído", completou.

 

FONTE: UOL ECONOMIA

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