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Para Marcos Cintra, 'incidência muito pesada' de tributos contribui para haver desemprego. Governo já disse que não recriará CPMF para compensar eventual queda de receita. O novo secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, afirmou nesta quinta-feira (10) que o governo estuda conceder desoneração "universal" e "ampla" da folha de pagamentos. Cintra deu a declaração durante uma entrevista coletiva na sede do Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília, onde se reuniu com o ministro Augusto Nardes.

"A desoneração da folha de salários aconteceu muito em cima de demandas específicas, pontuais, de negociações muito setoriais. O que estamos trabalhando é na desoneração da folha de maneira universal, ampla, geral e sistêmica. O impacto que terá na economia certamente será muito maior e positivo", declarou.

A desoneração da folha de pagamentos começou a ser aplicada em 2011, no governo Dilma Rousseff. O argumento à época era o de que, diante de um cenário de crise econômica mundial, essa seria a forma de o governo ajudar as empresas a manter os funcionários empregados. Com o passar do tempo, o número de setores beneficiados pela medida aumentou. De acordo com a Receita, a tributação sobre a folha de salários somou R$ 555 bilhões em 2017, o equivalente a 26,12% de toda a carga tributária brasileira naquele ano. Segundo explicou Marcos Cintra, a desoneração estudada pelo governo Bolsonaro deve abranger a contribuição previdenciária do empregador e do trabalhador, o Imposto de Renda e rendimentos do trabalho.

 

Tributos e desemprego

Na avaliação do novo chefe de Receita Federal, a "incidência muito pesada" de tributos sobre a folha de pagamentos das empresas contribui para o país ter atualmente cerca de 13 milhões de desempregados. "Temos hoje 13 milhões de desempregados e 20 milhões de pessoas entre desempregados e subempregados na economia informal, de modo que a incidência muito pesada de tributos sobre a folha de salários é uma primeira preocupação", afirmou.

 

CPMF

Conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal, ao reduzir uma tributação, o governo tem de compensar a perda de receita por meio de corte de subsídios, aumento de tributos ou elevação de base de cálculo de impostos. Segundo Marcos Cintra, a equipe econômica do governo não trabalha com a hipótese de recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) para compensar a perda de receita. O próprio presidente Jair Bolsonaro já disse algumas vezes que não cogita recriar o imposto. "A CPMF é um tributo que ele tem uma característica que nós evitamos. O presidente já disse que não haverá a CPMF. É um tributo que foi implantado de maneira equivocada. Veio como um tributo a mais para aumentar a carga tributária", disse Marcos Cintra nesta quinta.

De acordo com ele, Bolsonaro determinou que a área econômica busque a "racionalização do sistema tributário" e a redução da carga tributária. Na semana passada, Marcos Cintra afirmou que avalia várias hipóteses, entre as quais um imposto sobre movimentação financeira para substituir uma série de tributos e simplificar o sistema tributário brasileiro.

 

FONTE: G1.GLOBO

 

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A primeira marca significativa do Impostômetro no ano de 2019, de R$ 100 bilhões, será registrada à 0h10 deste domingo (13/1). O painel da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) informa o montante de tributos pagos pela população brasileira desde o primeiro dia do ano, englobando impostos, taxas, multas e contribuições.

Em 2018, o valor de R$ 100 bilhões também foi atingido dia 13/1.  “A arrecadação já chegou a tudo isso e o painel deve girar mais rapidamente do que no ano passado, em decorrência da recuperação econômica, visto que o PIB está projetado para subir 2,5% em 2019”, diz Emílio Alfieri, economista da ACSP. O Impostômetro fechou o ano de 2018 em R$ 2,388 trilhões.

Para Alfieri, “os gastos crescentes com a Previdência têm abocanhado o dinheiro dos impostos, que poderia ser destinado a áreas essenciais como saúde, segurança e educação”. O economista avalia que, sem recursos para gastar nessas áreas prioritárias, os governos são tentados a impor aumentos tributários. “Por isso, fazer a reforma da Previdência e sanar as contas públicas é imprescindível”.

O Impostômetro foi implantado em 2005 pela ACSP para conscientizar os brasileiros sobre a alta carga tributária e incentivá-los a cobrar os governos por serviços públicos de mais qualidade. Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. Outros municípios e capitais se espelharam na iniciativa e instalaram seus painéis. No portal do Impostômetro é possível visualizar valores arrecadados por período, estado, município e categoria.

 

FONTE: JORNAL CONTÁBIL

 

 

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De tempos em tempos, a Receita Federal divulga algumas atualizações sobre o sistema de declaração do imposto de renda. Em 2018, por exemplo, houveram modificações divulgadas pelo portal do governo, porém ainda em fase de adaptação. Este ano, no entanto, as mudanças opcionais de 2018 serão obrigatórias no imposto de renda 2019.

Imposto de renda 2019: o que mudou?

Diversas atribuições em período de adaptação estavam em voga no ano passado. Entretanto, para a declaração de imposto de renda 2019 as mudanças terão efeito obrigatório a quem deve declarar este ano.

Veja a tabela com as mudanças da declaração de IRPF 2019:

IRPF 2019: como evitar a malha fina?

Com as novas exigências na declaração do imposto de renda 2019 o risco de cair na malha da Receita aumenta. Isso porque, existem diversos fatores que podem levar o contribuinte ao engano. Dentre eles, podemos citar alguns fatores, como por exemplo:

  • Falta de organização dos documentos para declaração do imposto de renda;
  • Erros de digitação, inconsistência de informações prestadas;
  • Falta do informe de rendimentos;
  • Ausência de uma análise da declaração de IRPF, etc.

Para evitar o risco de cair na malha fina, o ideal é contar com uma análise antes da entregada declaração. Neste caso, além de minimizar o risco de ser retido pela Receita Federal, o contribuinte pode diminuir o valor do imposto a pagar ou aumentar o valor a restituir no ano seguinte.

 

FONTE: JORNAL CONTÁBIL

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