Blog

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Com a temporada de declaração do imposto de renda para pessoa física prestes a começar, os contribuintes devem estar atentos a algumas novas regras válidas para 2019. A partir de agora, dependentes de qualquer idade deverão ser identificados pelo cadastro de pessoa física (CPF). Até o ano passado, estavam dispensadas da inscrição no CPF os dependentes com menos de 8 (oito) anos de idade.

Por isso se o dependente ainda não tiver CPF, será necessário providenciar o quanto antes. Para inscrição no CPF é necessário:

 

  • Requerimento pela própria pessoa, tutor, pais ou responsável legal;
  • Apresentação de documentos necessários nos locais de atendimento – lista disponível no site da Receita Federal;
  • Locais de atendimento: Correios, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, entidades públicas conveniadas, unidade de atendimento da RFB ou, para os que possuem título de eleitor, por meio do site da Receita Federal;
  • Pagamento do valor máximo de R$ 7,00, quando solicitado, em agências dos Correios, Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil. Vale lembrar que, em relação aos recém-nascidos, alguns estados já emitem o CPF junto com a certidão de nascimento.

Mais informações, acesse o portal da Receita Federal: http://receita.economia.gov.br/orientacao/tributaria/cadastros/cadastro-de-pessoas-fisicas-cpf

 

FONTE: JORNAL CONTÁBIL

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Em 2005, para cada 100 servidores estaduais ativos havia 58 aposentados ou pensionistas no Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) dos Estados. Essa proporção de inativos avançou e em 2017 chegou a 88 para cada 100 ativos. O dado considera o agregado de todos os Estados e Distrito Federal. O levantamento do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV) mostra, segundo analistas, o quanto é importante para as contas estaduais que a reforma previdenciária no âmbito federal tenha efeitos para o regime próprio dos servidores públicos dos governos regionais.

Vilma da Conceição Pinto, pesquisadora do Ibre responsável pelo levantamento, destaca que a proporção entre inativos e ativos é mais alta ainda que a média nos Estados com maiores dificuldades fiscais. Dados de 2017 mostram que no Rio Grande do Sul são 162 inativos para cada 100 ativos. Em Minas e no Rio são 128 e 114, respectivamente. Em 14 dos 27 entes, a proporção é de mais de 80 aposentados e pensionistas para cada 100 servidores ativos. Os cálculos foram feitos com base em dados do Anuário Estatístico da Previdência Social. Atualmente, o regime próprio conta com 4,6 milhões de servidores, dos quais 2,5 milhões correspondem aos ativos e 1,7 milhão é de aposentados. O meio milhão restante é representado pelos pensionistas.

"Os dados mostram uma situação dramática", diz Vilma. "No agregado e em muitos Estados, há um número grande de beneficiários em relação ao de contribuintes, pressionando negativamente as necessidades de financiamento." Segundo boletim da Secretaria do Tesouro Nacional, o déficit previdenciário dos Estados aumentou 14% de 2016 para 2017, quando somou R$ 94 bilhões. A previdência pressiona a despesa com folha de salários. Atualmente, diz a economista do Ibre, existem Estados nos quais esse gastos, juntamente com os encargos sociais, representam mais de 70% das despesas primárias totais.

Para Vilma, o quadro do regime próprio pode ser considerado mais grave que o do regime geral. Na Previdência Social, segundo dados do governo, para cada 100 contribuintes, há 49 beneficiários. São considerados 32 milhões de beneficiários ativos e 65 milhões de contribuintes pessoa física.

A razão de dependência dos idosos é um indicador usado também para medir o impacto no regime geral. Essa razão, que mede a proporção dos maiores de 60 anos na população potencialmente ativa, considerada de 15 anos a 59 anos, é calculada em 20,6% para 2020, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2000 essa razão era de 13,1% e em 2050 deve atingir 52,1%.

George Santoro, secretário da Fazenda de Alagoas, lembra que, no caso do regime próprio dos servidores, desde 2004 os Estados passaram a promover a chamada segregação de massas. Em Alagoas, diz ele, essa separação foi implantada efetivamente em 2011, o que criou um período de transição no qual a pressão sobre o déficit previdenciário é maior. Isso porque os novos contratados passam a ter as suas contribuições atreladas a um fundo de capitalização, o que é benéfico no longo prazo.

Os servidores que entram no fundo de capitalização, porém, não contribuem mais para o sistema de repartição simples aplicado para o contingente anterior de funcionários públicos.

Segundo o secretário, o déficit previdenciário projetado para Alagoas este ano é de R$ 1,35 bilhão. No ano passado, foi de R$ 1,2 bilhão. Em Alagoas, para cada 100 ativos do regime próprio, há 81 aposentados ou pensionistas.

Sol Garson, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, diz também que a proporção entre ativos e inativos no setor público tem efeitos ainda maiores porque os vencimentos dos aposentados são mais altos, como resultado de promoções e progressões ao longo da carreira. Já os servidores que contribuem para sustentar os benefícios estão nas etapas iniciais da carreira e, por isso, os vencimentos sobre os quais contribuem são menores. "Há descompasso entre os benefícios e os salários de quem contribui."

Por isso, avalia Santoro, é necessário que, além da reforma previdenciária, haja revisão da estrutura de carreiras em cada um dos Estados, de forma a gerar maior produtividade e realocação de servidores.

"A reforma é fundamental. Pontos como idade mínima para aposentadoria e mudança de regras para professores e militares, carreiras em que hoje os servidores se aposentam mais cedo, terão grande impacto nos Estados." Ao mesmo tempo, diz Santoro, é preciso alterar carreiras cujos vencimentos se elevam muito mais quando se está próximo do momento em que o servidor se aposenta. "Isso causa desproporção entre a contribuição e o benefício."

Sol também destaca que a discussão da reforma previdenciária gerou uma corrida dos servidores para a aposentadoria, o que agrava ainda mais a situação dos Estados. A reforma, segundo ela, é fundamental, mas precisa ser seguida de mudança profunda no processo de trabalho, como modernização e racionalização de procedimentos que levem ao aumento de eficiência e reduzam a necessidade de contratação de servidores. "É preciso uma mudança que vá além do controle de indicadores fiscais."

Vilma diz que a aprovação da reforma precisa ser sucedida por mudanças na legislação infraconstitucional, com revisão das progressões automáticas que levam ao crescimento vegetativo da folha, mesmo quando não há reajuste salarial. Localmente, diz, os Estados podem elevar a contribuição previdenciária, respeitados os limites legais. Para ela, é possível discutir a instituição de uma alíquota extraordinária e temporária de contribuição previdenciária em casos de desequilíbrio fiscal.

 

FONTE: VALOR ECONÔMICO

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Resultado oficial do PIB do ano passado será divulgado pelo IBGE em 28 de fevereiro. Se confirmado o resultado, será a segunda alta seguida do nível de atividade.

A economia brasileira cresceu pelo segundo ano consecutivo em 2018, indicam números divulgados nesta sexta-feira (15) pelo Banco Central.

No ano passado, o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), divulgado pelo BC, registrou uma expansão de 1,15% na comparação com 2017. O número não possui ajuste sazonal, pois considera períodos iguais (ano contra ano). No ano retrasado, a economia já havia avançado 1%.

O resultado oficial do PIB de 2018, porém, será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) somente em 28 de fevereiro.

O mercado, segundo pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras na semana passada, estima uma expansão de 1,25% para a economia brasileira em 2018.  

 

Cenário em 2018

O ano passado foi marcado pelo aumento da produção industrial, pelo retorno da criação de empregos com carteira assinada e pela manutenção dos juros básicos da economia, fixados pelo Banco Central, na mínima histórica de 6,5% ao ano. Apesar disso, os juros bancários continuaram em patamar elevado na comparação com outros países.

Por outro lado, o nível de atividade também foi impactado negativamente pela greve dos caminhoneiros. No ano passado, o então Ministério da Fazenda, atualmente Ministério da Economia, avaliou que o prejuízo à economia provocado pelo movimento foi de R$ 15,9 bilhões. A categoria paralisou as atividades e fechou rodovias do país durante 11 dias no final de maio.

 

IBC-Br e definição da taxa Selic

O IBC-Br foi criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), que é divulgado IBGE. Os resultados do IBC-Br, porém, nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais do PIB.

O cálculo dos dois é um pouco diferente: o índice do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos.

O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o menor crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria menos pressão inflacionária.

Atualmente, a taxa Selic está em 6,5% ao ano, na mínima histórica, e a estimativa do mercado financeiro, até o momento, é de estabilidade até o fim de 2019.

Pelo sistema que vigora no Brasil, o BC precisa ajustar os juros para atingir as metas preestabelecidas de inflação. Para 2019 e 2020, a meta central é de 4,25% (podendo oscilar entre 2,75% e 5,75%) e de 4% (com uma banda de flutuação de 2,5% a 5,5%), respectivamente.

Quanto maiores as taxas, menos pessoas e empresas ficam dispostas a consumir, o que tende a fazer com que os preços baixem ou fiquem estáveis. O BC baixa os juros quando julga que a inflação está em linha com as metas definidas.

 

FONTE: G1 - BANCO CENTRAL

Rua Dr. Eurico de Aguiar, nº 888, salas 905 e 906
Ed. Metropolitan Office, Santa Lúcia, Vitória/ES - CEP: 29.056-200

Newsletter

A Vallorem em seu e-mail. Receba nossa newsletter com conteúdos exclusivos.

© Copyright 2018 . Todos os direitos reservados Desenvolvido por Vitoria Azul

Busca