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"O mercado de food service terá um salto de recuperação em 2021 na comparação com as perdas causadas pela pandemia do coronavírus em 2020. É o que preveem as pesquisas mais recentes do setor apresentadas por Sérgio Molinari, consultor e fundador da Food Consulting, em uma live promovida pelo 99 Food nesta semana.

Os números promissores, levantados pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e projeções da Food Consulting, apontam que o setor vai passar de uma queda de 32% em 2020 para uma alta de 22% a 25% em 2021. Será um salto de mais de 50 pontos porcentuais na comparação com as perdas ocorridas ao longo deste ano.

Muitos destes ganhos devem ocorrer por conta da menor competição do mercado, já que pelo menos 25% dos operadores fecharam as portas em 2020. Quem conseguiu ficar em pé, segundo Molinari, conseguirá conquistar mais clientes que querem voltar a consumir – mesmo com renda menor.

“O mercado vai se recuperar com menos estabelecimentos em um 2021 mais positivo do que se imagina. Quem se mantiver no mercado de forma

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou na quinta-feira (10) que a economia "está indo bem" ao citar o recuo no dólar. Em transmissão nas redes sociais, Bolsonaro disse que o dólar se aproximou do nível de R$ 5 - a moeda à vista fechou nesta quinta em queda de 2,60%, em R$ 5,03, o menor nível desde 12 de junho.

"Dólar hoje (ontem) quase baixou de R$ 5, foi a R$ 5,04 (sic), então a economia está indo bem. Chegou a bater R$ 5,74 em novembro, está em R$ 5,04. Isso tem reflexo positivo para umas coisas, negativo para outras", afirmou. Ao comentar de economia, Bolsonaro comemorou o destaque que foi dado por órgãos como a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) às medidas fiscais de enfrentamento à pandemia de Covid-19.

Bolsonaro fez um apelo a prefeitos e governadores que não adotem medidas extremas que afetem a economia. "O apelo que eu faço aos senhores governadores, senhores prefeitos, acabaram as eleições agora: que tomem medidas que não prejudiquem o comércio. Porque todo mundo já admite, a própria OMS, que saúde e economia tem de andar de mãos dadas. Não adianta começar a fechar tudo de novo. É quase impossível o governo socorrer novamente Estados e municípios, porque nós nos endividamos demais", disse.

FONTE: GAZETA DO POVO - ESTADÃO

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O dólar comercial fechou hoje (10) em forte desvalorização ante o real. A moeda norte-americana encerrou as negociações em queda de 2,60%, cotada a R$ 5,038 na venda, na maior queda diária desde o dia 6 de novembro (-2,74%). 

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para quem vai viajar e precisa comprar moeda em corretoras de câmbio, o valor é bem mais alto.

Ontem (9), a moeda norte-americana teve alta de 0,87%, cotada a R$ 5,172. Já o Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores brasileira, terminou o dia em alta. O índice subiu 1,88% aos 115.128,63 pontos, maior patamar desde o dia 19 de fevereiro deste ano, quando atingiu 116.517,59 pontos.

As ações da CSN lideraram os ganhos, com 10,5% de alta. Na outra ponta, os papéis da Suzano caíram 3,68%. Ontem (9), o Ibovespa caiu 0,7%, aos 113.001,16 pontos. Agentes do mercado estão otimistas com a proximidade da vacina contra o coronavírus (covid-19), o que aumenta o apetite por ativos de maior risco, como Bolsa e moedas globais.

No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou hoje regras que autorizam o uso emergencial e em caráter experimental de vacinas contra o novo coronavírus. Isso significa que a Anvisa poderá analisar pedidos de laboratórios e conceder ou não autorização temporária para aplicação de doses. A autorização para uso de vacinas poderá ser concedida desde que sejam cumpridos requisitos mínimos de segurança, qualidade e eficácia. Com isso, vacinas no Brasil podem entrar em uso emergencial mesmo sem todo o processo de registro. Segundo a Anvisa, ainda não há pedidos de registro em caráter emergencial.

Além disso, o mercado acompanha atento a alta da inflação. Constantemente cobrado por seus apoiadores nas redes sociais pelo aumento no preço dos alimentos, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou hoje que é melhor para o país um pouco de inflação que o desabastecimento. "Tivemos um aumento anormal de alguns produtos. Soja, arroz. Agora, é melhor, ou menos ruim, ter uma inflação do que ter desabastecimento", disse o presidente Jair Bolsonaro durante evento em Porto Alegre.

FONTE: UOL ECONOMIA

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