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Está perto de se aposentar pelo INSS ou ainda falta muito tempo? De um jeito ou de outro, é importante entender as regras atuais da Previdência, mudadas após a reforma de 2019. Quanto ainda falta para ter o direito? Quanto deve receber? Como funcionam outros benefícios, como pensão por morte ou auxílio-doença?

Para ajudar a entender essas e outras regras de um jeito simples, o UOL Economia passa a oferecer a todos, gratuitamente, o e-book Guia da Aposentadoria, que era exclusivo para assinantes. Em outubro, o e-book foi aberto para download durante 15 dias, mas agora estará disponível por tempo indeterminado.

Para baixar e ler o livro digital, preencha o formulário a seguir:

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Saiba mais sobre o livro

Ao todo, o e-book Guia da Aposentadoria tem sete capítulos. Os temas abordados são:

Capítulo 1: Principais mudanças na aposentadoria

Como fica a aposentadoria por idade

Acaba a aposentadoria por tempo de contribuição

Quais as regras de transição e para quem elas valem

Nada muda se é aposentado ou já pode se aposentar

 

Capítulo 2: Valor do benefício

Cálculo da aposentadoria e direito a 100% do valor

Em que caso é possível acumular mais de um benefício

Novas alíquotas mudam desconto do INSS no salário

 

Capítulo 3: Mudanças em outros benefícios

Como ficam abono e BPC de idoso e deficiente pobre

Como fica a pensão por morte e como é calculada

Como ficam o auxílio-doença e o auxílio-acidente

 

Capítulo 4: Aposentadoria com regras especiais

Como fica a aposentadoria por invalidez

Como fica a aposentadoria da pessoa com deficiência

Como fica a aposentadoria especial

 

Capítulo 5: Aposentadoria para grupos específicos

Como fica a aposentadoria rural

O que muda para servidores públicos federais

Quais as regras para professores e para quem valem

Como fica a aposentadoria de políticos federais

Quais as novas regras para policiais federais

Regras para dona de casa, estudante e desempregado

O que muda para MEI (microempreendedor individual)

Como ficam as regras para trabalhadores autônomos

Como ficam as regras para trabalhadores domésticos

Como ficam as regras para militares, PMs e bombeiros

 

Capítulo 6: Justiça

Ações contra INSS só são aceitas na Justiça Federal

 

Capítulo 7: Futuro

Quem ficou de fora e o que ainda pode mudar

 

Quem fez o livro

O e-book Guia da Aposentadoria tem redação e edição geral de Maria Carolina Abe, com reportagem de Thâmara Kaoru, Ricardo Marchesan, Antonio Temóteo, Leda Antunes e Filipe Andretta, e consultoria de Adriane Bramante, Luiz Veríssimo e Augusto Leitão. As ilustrações são de Guilherme Zamarioli.



FONTE: UOL ECONOMIA

 

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A Bolsa de Valores teve mais um dia de alta influenciada pelo anúncio de sucesso em uma nova vacina contra a Covid-19. Nesta segunda-feira (16) o Ibovespa teve uma alta de 1,63%, chegando aos 106.430 pontos, muito próximo do período pré-pandemia, quando atingiu a marca de 107.224 pontos, no dia 4 de março. O dólar comercial teve uma queda de 0,038 (-0,69%) no dia de hoje e terminou negociado a R$ 5,437 no mercado de câmbio. No início da manhã, a moeda chegou a cair para R$ 5,36, logo após a divulgação da notícia sobre a vacina da Moderna.

 

FONTE: GAZETA DO POVO

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A julgar pelos números do Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), medido pelo Banco Central e considerado uma “prévia” do PIB, embora com método de cálculo ligeiramente diferente, o país deixou para trás a recessão técnica no terceiro trimestre deste ano. O indicador fechou setembro com alta de 1,29% sobre agosto, e com avanço recorde de 9,47% na comparação com o segundo trimestre. Não foi suficiente para compensar o tombo também recorde registrado entre abril e junho, de -10,18%; e, se considerarmos que março também foi um mês de perdas com o início das medidas mais severas de restrição aos negócios, ainda há um longo caminho a percorrer até o Brasil voltar ao nível de antes do estrago da pandemia de Covid-19.

Ainda que a economia siga avançando no último trimestre – o que é bem provável, seja por ainda haver espaço para recuperar no buraco deixado pela pandemia, seja pelo desempenho natural provocado pelas festas de fim de ano –, o Brasil terá regredido em 2020. Por mais que as previsões venham melhorando gradativamente, o boletim Focus desta segunda feira, que compila as análises do mercado financeiro, ainda traz previsão de queda de 4,66% para o PIB este ano e alta de 3,31% em 2021, mostrando que as consequências da pandemia ainda serão sentidas por muito tempo.

A percepção de que o governo não está comprometido com o ajuste pode ser tão ou mais mortal para a recuperação da economia quanto uma nova onda de Covid-19

Deixar para trás a recessão técnica (definida por pelo menos dois trimestres seguidos de queda no PIB) é apenas um marco inicial; a recuperação propriamente dita ainda depende de muitos outros fatores. O inverno europeu, com a ressurgência de casos de Covid e novos lockdowns em vários países, é uma prévia do que pode ocorrer no Brasil caso não apareça uma vacina promissora nos próximos meses; uma “segunda onda” poderia colocar a perder todo o trabalho de recuperação iniciado agora, já que boa parte do avanço do IBC-Br se deve justamente ao afrouxamento das restrições, o que permitiu a retomada dos negócios em vários setores da economia.

E, mesmo que o país consiga controlar o coronavírus, restam vários outros desafios, a começar pela recuperação do nível de emprego. O ministro Paulo Guedes, da Economia, já afirmou que o país talvez não consiga manter o ritmo atual de criação de postos de trabalho – foram 131 mil em julho, 294 mil em agosto e 313 mil em setembro, segundo o Caged. E quem não tiver conseguido se recolocar no mercado de trabalho sofrerá uma redução severa na renda quando o governo parar de pagar o auxílio emergencial.

É aqui que entra o outro lado da balança, o do gasto público. A recuperação não tem como continuar se o governo não conseguir colocar suas contas em ordem, mas até o momento o país não tem nem mesmo Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2021, quanto mais um orçamento consolidado. Continuam as pressões por aumento de despesas e até mesmo flexibilização da regra do teto de gastos, e o governo ainda não foi capaz de apresentar uma proposta fiscalmente responsável para bancar o Renda Cidadã. A percepção de que o governo não está comprometido com o ajuste pode ser tão ou mais mortal para a recuperação da economia quanto uma nova onda de Covid-19, já que neste caso se trata de decisões ruins tomadas internamente, não de ocorrências externas e alheias à vontade do governo.

Eis, então, a chave para não colocar a recuperação a perder nos próximos meses: não errar naquilo que depende exclusivamente das vontades palacianas em Brasília, e trabalhar para reduzir ao máximo os estragos que possam ser produzidos por fatores externos – no caso brasileiro, por exemplo, a capacidade de testagem, ainda que ampliada recentemente, continua a ser um grande calcanhar de Aquiles no combate à Covid-19. Em ambos os casos, não há muita margem para hesitação nem demora; do contrário, o país inteiro voltará a sofrer as consequências.

 

FONTE: GAZETA DO POVO - EDITORIAL

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