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Com mais de um ano em pandemia, a economia brasileira registrou uma leve recuperação no Produto Interno Bruto (PIB) nos primeiros meses do ano (1,2%), após queda brusca de cerca de 4,1% em 2020, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No entanto, o setor de construção civil apresentou um crescimento ainda maior, conforme os índices, superando a alta nacional e apresentando alta de 2,1% em relação ao último trimestre do ano passado. 

Portanto, esse é o melhor momento para investir em imóveis. Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), as vendas de imóveis cresceram 27,1% se comparado ao primeiro trimestre de 2020.

Em Minas Gerais, as construtoras têm percebido o aumento da demanda. A RKM Engenharia, incorporadora especializada em imóveis de alto luxo, por exemplo, fechou o ano de 2020 com a venda de todas as unidades do empreendimento Kadosh, no Vale do Sereno, em Nova Lima. E o Sereno, lançado em outubro de 2020 na mesma região, já alcançou 44% de vendas em 2021.

“Dois fatores provocaram o aquecimento do mercado imobiliário: a menor taxa de juros da história, logo investir em imóvel passou a ser um ótimo negócio, e a pandemia. Já que as pessoas têm passado mais tempo em casa, percebemos que elas estão em busca de espaços cada vez mais modernos e confortáveis. O Sereno, por exemplo, tem unidades de 188m² e home office com entrada independente, então está totalmente estruturado para a nova realidade que estamos vivendo”, afirma Rodrigo Colares, diretor comercial da RKM.

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Prometida desde o início do governo Bolsonaro, a proposta de reformulação das regras de tributação do Imposto de Renda de empresas e pessoas físicas será entregue nesta sexta-feira, 25, ao Congresso. 

O projeto é apontado pela equipe econômica como a segunda fase da reforma tributária do governo, que tem por objetivo simplificar o cipoal do sistema tributário brasileiro. A primeira fase já está no Congresso desde o ano passado, sem a indicação de relator até agora, e prevê a criação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) — que vai unificar PIS e Cofins.

O projeto do IR será entregue pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que há semanas vinha cobrando da equipe econômica o seu envio ao Congresso.

Sem conseguir avançar no projeto da CBS, Lira quer agilizar a votação das mudanças no IR, consideradas mais fáceis de serem aprovadas porque vem acompanhadas de medidas populares, com o aumento da faixa de isenção do IR de pessoas físicas, promessa de campanha do presidente.

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A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (9) proposta que corrige, desde 2015, os valores da tabela mensal do Imposto de Renda (IR), bem como as deduções previstas em lei, e determina a atualização periódica conforme a inflação (IPCA) acumulada no ano anterior.

O texto aprovado foi o substitutivo do relator, deputado Eduardo Cury (PSDB-SP), ao Projeto de Lei 6094/13, do ex-deputado Vicente Candido e outros três parlamentares. O relator incorporou partes de três apensados, recomendando ainda o arquivamento de outros oito.

"Devemos aproveitar a oportunidade para dar tratamento definitivo ao tema, garantindo correções automáticas da tabela do IR e das deduções, evitando a necessidade de voltar ao assunto todos os anos", disse Eduardo Cury. 

O substitutivo atualiza a tabela e as deduções em 31,92% para 2021, aplicando o IPCA acumulado desde a última correção, em 2015. Isso deixaria isento de pagar IR quem ganha até R$ 2.512 mensais. Hoje, o limite de isenção é de R$ 1.903,98. 

A partir de 1º de janeiro de 2022, anualmente haveria atualização pelo IPCA do ano anterior.

Além da tabela mensal, será corrido o valor máximo para desconto simplificado na declaração anual. Nas deduções (mensais e anuais), os ajustes serão feitos na parcela isenta de pensão, aposentadoria, reserva remunerada e reforma de maiores de 65 anos e nos limites dos gastos com instrução e por dependente. 

Ao analisar a adequação financeira e orçamentária, Eduardo Cury entendeu que, ainda que acarrete redução na receita, a proposta não trata da concessão de benefício fiscal, uma vez que o reajuste da tabela do IR limitado à inflação "constitui medida necessária para evitar o agravamento da carga tributária". 

Na versão original, o PL 6094/13 estabelecia ainda novas regras para tributação sobre lucros e dividendos. No parecer aprovado, o relator defendeu que isso seja debatido somente no contexto de uma reforma tributária mais ampla.

Tramitação 

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

FONTE: UOL ECONOMIA

 

 

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