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O parecer da reforma do Imposto de Renda (IR) apresentado nesta terça-feira prevê redução na tributação das empresas, mas manteve a alíquota de 20% sobre dividendos como na proposta original do governo.

O substitutivo do relator, deputado Celso Sabino (PSDB-PA), prevê queda da alíquota do IR sobre empresas (IRPJ) com lucro de até 20 mil reais, de 15% para 2,5% até 2023, --sendo que no próximo ano a redução seria de 15% para 5%. Para empresas com lucro acima de 20 mil reais, a queda será de 25% para 12,5%. Sabino manteve a proposta original de tributar em 20% os lucros distribuídos sob a forma de dividendos.

"A partir de 1º de janeiro de 2022, os lucros ou dividendos pagos ou creditados sob qualquer forma pelas pessoas jurídicas, inclusive a pessoas físicas ou jurídicas isentas, ficarão sujeitos à incidência do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza retido na fonte à alíquota de 20% na forma prevista neste artigo", diz o texto do substitutivo distribuído por Sabino a líderes dos partidos na Câmara.

"A gente está colocando na menor faixa da OCDE, que é 20% (tributação sobre lucros de dividendos), e estamos com isso reduzindo a alíquota do imposto de renda de pessoa jurídica de 15% para 2,5%", afirmou o relator, em entrevista coletiva. Segundo o deputado, as mudanças na proposta vão garantir uma redução da carga tributária sobre renda de 30 bilhões de reais.

Antes da coletiva, Sabino informou via Twitter que estava mantendo a desoneração dos fundos imobiliários.

 

APERFEIÇOAMENTOS

Sabino disse ter feito "alguns aperfeiçoamentos" ao texto apresentado pelo governo, após ampla discussão que incluiu a equipe econômica e a Receita Federal. Prometeu trabalhar para aprovar a proposta neste ano, para que as mudanças tenham validade para 2022, conforme prevê a legislação tributária. Ele disse também que seu substitutivo vai prever tributação de auxílios-moradia e de transporte de agentes públicos e que haverá um corte de benefícios para setores específicos.

"Estamos propondo retirar benefícios para 20 mil empresas e, em contrapartida, beneficiar 1,1 milhão empresas em todo o país. Essas cerca de 20 mil empresas que estão sendo afetadas são de alguns produtos de cosméticos, perfumaria, medicamentos, alguns produtos químicos, indústria de aeronaves e embarcações", disse. O deputado disse também que está se tirando benefícios de empresas geradoras de termelétricas, citando o PIS/Cofins na aquisição de carvão e gás, ao destacar que o setor foi amplamente beneficiado com a capitalização da Eletrobras (SA:ELET3).

Sabino afirmou que pretende protocolar suas alterações até sexta-feira e acredita que o texto está pronto para discussão. Ele agradeceu o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, por aceitarem mudanças propostas ao projeto. Para Mírian Lavocat, presidente da Comissão de Reforma Tributária da OAB-DF, as mudanças propostas pelo relator "são louváveis, mas ainda não resolvem o ponto principal, que é a simplificação e a redução do custo tributário".

Já a XP avaliou que a previsão de uma redução na carga tributária sobre renda na ordem de 30 bilhões de reais em 2023 "ainda precisa ser assimilada pelo Ministério da Economia".

"E pode ser ainda maior, dado que o texto entra numa seara difícil, com a perspectiva de revogação de isenções tributárias existentes. É preciso observar agora as reações --dentro e fora do Congresso-- que mudanças como essa irão provocar", diz a XP.

 

FONTE: INVESTING.COM

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Após a entrega no Congresso da segunda proposta de Reforma Tributária que altera algumas regras do Imposto de Renda de empresas e pessoas físicas, especialistas comentam sobre quais serão os principais impactos para diversos setores da sociedade. São muitas as novidades desta fase, entre elas a redução na alíquota das empresas e a tributação de dividendos para investidores. Todas as medidas precisam ser aprovadas no Congresso até o final do ano para vigorarem a partir de 2022.

Segundo o advogado especialista em Direito Tributário e Administrativo José Arnaldo Fonseca Filho, do escritório Godke Advogados, a proposta traz um aspecto positivo, que é elevar a faixa de isenção de R$1,9 mil para R$ 2,5 mil, atingindo uma parcela bem maior da população, o que é um ganho significativo. Mas, segundo ele, esse ganho deveria ser muito maior, porque desde 2015 não existe correção dessa tabela. “Se formos fazer cálculos adequados desse período, essa faixa de isenção teria que ter subido pelo menos para R$ 4 mil ou R$ 4,5 mil, atingindo um número adequado de pessoas. Por isso, considero a medida ainda acanhada”.

Para o especialista, o governo dá com uma mão e tira com a outra, porque, ao mesmo tempo, incide um imposto de renda de 20% sobre dividendos recebidos pelas pessoas físicas, acima de R$ 20 mil por mês, imposto que não existe hoje. “Tudo para não perder receita. É importante lembrar que a promessa do presidente era que essa faixa de isenção de IR para as pessoas físicas fosse na faixa de R$ 5 mil, então a proposta está muito aquém”, critica.

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O novo cálculo, que o Serasa chama de Score 2.0, passa a valorizar muito mais os bons hábitos de pagamentos do que o histórico de dívidas de cada CPF. O score continua sendo de zero a mil, sendo que quem alcança score mais perto de mil é considerado melhor pagador e tem melhores chances na hora de conseguir bom crédito, com juros mais atrativos.

“Com mais informações somos mais precisos e coerentes. Nos testes que fizemos, notamos que mais pessoas melhoraram o score do que perderam na mudança do Score 1.0 para o Score 2.0. Mesmo com algumas dívidas historicamente, as pessoas tiveram melhor nota no crédito“, diz.

O que muda é o peso de cada componente usado para medir o risco. Com o advento do Cadastro Positivo, o birô de crédito passou a ter mais informações de comportamento de pagamento das pessoas físicas, explica Lucas Lopes, diretor de produto do Serasa. Além disso, também será agregada a base de dados do SPC Brasil para formar a nota de crédito.

Por enquanto, o novo cálculo só estará disponível pelo aplicativo. No site, você ainda verá a nota antiga. Provavelmente, o seu score estará diferente nas duas plataformas. Mas isso deve ser normalizado nas próximas semanas, quando será possível fazer a consulta com base no novo modelo também pelo site.

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