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O Banco Central anunciou nesta segunda-feira (26) que a partir de 1º de abril do ano que vem as tarifas de intercâmbio (TIC) pagas aos emissores de cartões pelos comerciantes que alugam as “maquininhas” ficarão limitadas a 0,5% para as transações de débito e a 0,7% para os cartões pré-pagos, após meses de debates que vinham colocando fintechs e bancos de grande porte em lados opostos.

O BC estabeleceu também que o prazo de liquidação das operações terá que ser o mesmo, independentemente de o cartão ser de débito ou pré-pago.

Segundo o BC, os novos limites para a TIC representam uma simplificação em relação à norma anterior para o cartão de débito, que tinha uma definição cumulativa de média ponderada de 0,5% e valor máximo por transação de 0,8%. Agora não haverá definição de patamar médio, apenas o teto de 0,5%.

A TIC para as transações com cartões pré-pagos, que passará a respeitar o limite de 0,7%, atualmente não tem um nível máximo e seu valor médio supera 1% por operação.

“As medidas visam a aumentar a eficiência do ecossistema de pagamentos, estimular o uso de instrumentos de pagamentos mais baratos, possibilitando a redução dos custos de aceitação desses cartões aos estabelecimentos comerciais, além de possibilitar reduções de custo de produtos aos consumidores finais, de forma a proporcionar benefícios para toda a sociedade”, disse o BC em nota.

A Reuters mostrou em julho que fintechs e bancos de grande porte vinham pressionando a autoridade monetária em direções opostas enquanto a autarquia enfrentava entraves que alongaram o processo de decisão sobre a medida.

Com uso maciço dos cartões pré-pagos nas contas digitais gratuitas, fintechs alegavam que a limitação da tarifa provocaria uma perda de receitas que inviabilizaria o modelo de negócios do setor e levaria a uma elevação das cobranças sobre consumidores, com consequente golpe no processo de inclusão financeira no país.

Já as instituições tradicionais, com maior participação nos cartões de débito, que já têm um teto para a tarifa, apoiavam a proposta do BC e cobravam isonomia de tratamento.

A TIC é um percentual do valor da compra, definido pelas companhias das bandeiras, que é repassado pela empresa da “maquininha” do cartão (credenciadora) à instituição financeira emissora do cartão.

A decisão publicada pelo BC nesta segunda representa uma flexibilização em relação à proposta inicial apresentada pela autoridade monetária.

A consulta pública sobre o tema, feita pela autarquia no fim do ano passado, trazia uma minuta que definia teto de 0,5% da TIC, válido tanto para os cartões de débito quanto para os pré-pagos.

Estudo divulgado em julho pela Zetta, associação que representa fintechs como Nubank e Mercado Pago, afirmava que se o teto para tarifas estivesse valendo em 2021, os clientes dessas instituições teriam pagado 24 bilhões de reais a mais em serviços cobrados. O argumento, que tomou por hipótese um teto de 0,6%, próximo ao estabelecido pelo BC, é que as perdas de receita com a tarifa de intercâmbio precisariam ser repassadas aos consumidores.

Procurada, a Zetta afirmou acreditar que a nova norma “levou em consideração o importante papel dos cartões pré-pagos para a inclusão financeira”.

“As receitas de intercâmbio foram fundamentais para possibilitar a oferta pelas fintechs de mais de 90 milhões de contas digitais gratuitas ao longo do último ano”, disse.

Representante das instituições financeiras de grande porte, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) já havia se posicionado a favor da limitação da tarifa para os pré-pagos e vinha argumentando que era preciso haver isonomia entre os dois tipos de cartão por serem semelhantes.

Procurada pela Reuters, a Febraban não respondeu de imediato.

 

FONTE: CNN BRASIL

 

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Na última segunda-feira (19), o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou em entrevista a uma rádio, que a reforma tributária é a mais importante para o governo.

Guedes foi perguntado também sobre qual privatização seria a prioritária em um possível segundo mandato do presidente Jair Bolsonaro (PL), mas não respondeu sobre.

“Você pergunta qual a mais importante, eu considero a tributária. Nós estamos tentando uma reforma tributária em parte, porque reduzimos impostos sobre combustíveis, sobre telecomunicações, sobre transportes, sobre o setor elétrico, que são impostos indireto”, afirmou o ministro.

O ministro da economia completou ainda que os impostos sobre a folha de pagamento são “armas de destruição em massa de empregos”. O ministro atribui a alta carga tributária trabalhista a existência dos 38 milhões de invisíveis durante a pandemia, que levaram o governo a criar o auxílio emergencial.

“Eram pessoas que vendiam coisas nos sinais, vendiam garrafas de água nos jogos de futebol e, de repente, essas atividades acabaram e surgiram 38 milhões de invisíveis brasileiros, que trabalham, acordam cedo. Esses impostos perversos nós temos que eliminar”, destacou Guedes.

Guedes finalizou reafirmando que o Brasil tem uma dinâmica própria de crescimento e, mesmo que a economia global enfrente uma recessão no ano que vem, o país não deve ser afetado.

“Nós temos condições de crescer 3% de novo, daí pra frente, em dois, três, quatro ou cinco anos, tranquilamente, se nós seguirmos com a nossa agenda de transição para uma economia de mercado de consumo de massa”, disse o ministro.

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BRASÍLIA (Reuters) - Analistas de mercado reduziram mais uma vez as projeções para a inflação neste ano e no próximo e elevaram a estimativa para o PIB em 2022, mostrou a mais recente pesquisa semanal do Banco Central com cerca de 100 instituições financeiras divulgada nesta segunda-feira. 

As estimativas apontam agora para alta de 6% do IPCA este ano, ante 6,40% há uma semana. O movimento reflete uma redução da projeção dos preços administrados no ano --para -4,16%, de -2,94%-- e vem após na semana passada a Petrobras ter anunciado mais uma redução de preços, desta vez do gás de cozinha (-4,73%).

Para o ano que vem, os analistas veem um IPCA de 5,01%, abaixo dos 5,17% estimados há uma semana. Os prognósticos para 2022 e 2023 seguem acima do centro da meta para os dois anos --3,50% e 3,25%--, mas estão em redução constante há semanas, em meio à retração recente dos preços dos combustíveis no mercado internacional e após medidas de desoneração adotadas pelo governo no ano eleitoral. 

A estimativa para a alta do PIB deste ano passou a 2,65%, de 2,39% antes, enquanto a projeção para o ano que vem foi mantida em 0,50%. O número para 2022 está em linha com o previsto pela equipe econômica do governo, de 2,7%. Para 2023, no entanto, o Ministério da Economia está bem mais otimista, vendo um crescimento de 2,5%. O mercado também elevou a projeção para o déficit em transações correntes este ano e no próximo, ao prever um superávit comercial menor em 2022.

 

FONTE: UOL ECONOMIA

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