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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) patrocinará a criação de fundos de direitos creditórios (FDIC) para financiar pequenos e médios fornecedores da cadeia de suprimentos de grandes "empresas-âncora". Um piloto do novo produto foi lançado em parceria com a Padtec, fornecedora de equipamentos de telecomunicações que atua com empresas provedoras de internet de pequeno e médio porte.

O FDIC piloto foi estruturado entre o BNDES, com recursos do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel), e a Padtec. O aporte do BNDES no fundo poderá chegar a R$ 80 milhões. Em nota, o BNDES informou que a operação deve impactar positivamente cerca de 400 mil pessoas, por meio das dezenas de pequenos e médios provedores que poderão contar com financiamento para aquisição de equipamentos da Padtec.

O novo produto foi batizado como BNDES Fundo de Crédito para Indústria e Serviços, em duas linhas. O banco de fomento não informou quantos FDICs - o instrumento é comum no mercado; os fundos investem em direitos creditórios, que correspondem aos créditos que uma empresa tem a receber, como cheques, parcelas de cartão de crédito ou até duplicatas, faturas, entre outros - pretende criar no âmbito do novo produto, nem um valor total dos investimentos. Pelas regras da nova linha, o investimento mínimo do BNDES em cada fundo será de R$ 40 milhões.

Na primeira linha, os aportes serão feitos sempre em conjunto com uma empresa ou "instituição âncora". Essas grandes firmas dão origem aos "direitos creditórios a partir das suas atividades com clientes, fornecedores, prestadores de serviços, franqueados ou distribuidoras", informou o BNDES. Para contratar a estruturação do FDIC com o banco de fomento, os interessados precisam levantar uma base de devedores composta por pelo menos 70% de micro, pequenas e médias empresas, além de produtores rurais e/ou pessoas físicas, que estejam inseridos em suas cadeias produtivas.

Na segunda linha, batizada "Instituição Âncora", o FDIC é estruturado pelo BNDES em parceria com um terceiro investidor, público ou privado. Nesse caso, o parceiro da instituição de fomento não é a empresa que dá origem aos direitos creditórios, mas, sim, investidores que "tenham interesse de fomentar setores produtivos que contem com a presença de MPMEs, porém das quais elas não sejam contraparte dos direitos creditórios".

BNDES Fundo de Crédito para Indústria e Serviços é o segundo produto anunciado este ano pelo banco de fomento para financiar pequenos e médios fornecedores de cadeias de suprimento. Em maio, foi lançada a BNDES Crédito Cadeias Produtivas, como foi rebatizada, ao ser tornada permanente, uma linha de crédito para financiar a cadeia de fornecedores de grandes empresas, lançada em junho de 2020, em meio às medidas para mitigar a crise causada pela covid-19.

Nesse caso, o empréstimo é dado diretamente pelo BNDES - e não por um FDIC - com a "empresa âncora" como interveniente. Assim, os pequenos e médios fornecedores conseguem tomar o crédito com condições semelhantes às da "empresa âncora", ou seja, com juros menores e prazos maiores.

 

FONTE: UOL ECONOMIA

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A Receita Federal está oferecendo descontos a quem tiver dívidas tributárias e queira renegociar seus débitos, com descontos que podem chegar até 70%. Estão inclusos no programa, que vai até o dia 30 de novembro, dívidas de pequeno valor, créditos tributários irrecuperáveis e transações individuais propostas pelo contribuinte.

O desconto para dívidas de pequeno valor, aquelas que valem até 60 salários mínimos, está previsto para pessoas físicas, microempresas e empresas de pequeno porte.

De acordo com a Receita, estão nessa situação aproximadamente 100 mil contribuintes com dívidas de cerca de R$ 1,8 bilhão, que poderão pagar seus débitos com descontos, entrada parcelada e o restante em até 52 parcelas.

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LONDRES (Reuters) - O maior salto nos preços dos alimentos desde 1980 levou a inflação britânica de volta aos dois dígitos no mês passado e ao nível mais alto em 40 anos que havia sido registrado em julho, em um novo golpe para as famílias que lutam com uma crise de custo de vida. 

O Escritório de Estatísticas Nacionais disse que o índice de preços ao consumidor aumentou 10,1% em termos anuais em setembro. Pesquisa da Reuters com economistas havia apontado uma leitura de 10,0%, após aumento de 9,9% em agosto. 

Os números destacam as dificuldades para as famílias britânicas, especialmente as de menor renda, que enfrentam novas incertezas sobre a extensão do apoio financeiro disponível após a recente reviravolta do governo. 

O Banco da Inglaterra também se sentirá pressionado a intensificar sua campanha de aumento dos juros no próximo mês depois dos dados desta quarta-feira. 

Os preços de alimentos e bebidas não-alcoólicas deram a maior contribuição para o resultado da inflação em setembro, com alta de 14,5%, o maior salto desde abril de 1980, de acordo com a série histórica.

 

FONTE: UOL ECONOMIA

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